O que fazer em Arequipa: 16 melhores atrações no Peru

Arequipa é daqueles destinos que a gente foi meio de curiosidade e voltou apaixonado. Conhecida como a Cidade Branca por causa das construções feitas em sillar (uma pedra vulcânica clara), ela tem centro histórico Patrimônio da Unesco, vulcões nevados no horizonte, uma das melhores gastronomias do Peru e serve de base pra passeios sensacionais como o Cânion do Colca.

A gente montou essa lista com as 16 melhores coisas para fazer em Arequipa, com horários, faixas de preço, dicas de erro comum e o que dá pra encaixar em 3 ou 4 dias por lá. E não esquece: aqui no nosso guia completo de Arequipa a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como a cidade é fotogênica em qualquer luz — de manhã o branco do sillar brilha e no fim da tarde tudo fica dourado. Bora pras dicas.

1) Passeio pelo Centro Histórico de Arequipa

O centro histórico é Patrimônio Mundial da Unesco e um passeio quase obrigatório. As fachadas coloniais são todas feitas em pedra sillar, aquela pedra vulcânica clara que dá o apelido de Cidade Branca. Dá pra fazer tudo a pé com tranquilidade.

A Plaza de Armas é o coração da cidade, cercada por arcadas com cafés, restaurantes, museus e igrejas — e ainda tem o Vulcão Misti aparecendo ao fundo em dias claros. Comece o roteiro por ali, num começo de manhã ou no fim da tarde, quando a luz favorece as fotos.

Passeio pelo Centro Histórico de Arequipa

Onde comprar os ingressos e passeios em Arequipa

Antes de seguir com a lista, uma dica que economiza muito: sempre compre os ingressos e passeios com antecedência, pela internet. Nas bilheterias, além de ser mais caro, o passeio pode já estar esgotado pro dia que você quer e você perde um tempão na fila.

Outro detalhe importante: se você comprar no site oficial das atrações, o pagamento sai em moeda estrangeira, com 3,5% de IOF em cima e sem opção de parcelar. Prefira sites que aceitam pagamento em reais.

Um que a gente usa em todas as viagens é esse site aqui. É um dos maiores do mundo, tem praticamente todos os ingressos e passeios de Arequipa e do Peru, e a maior vantagem é que dá pra pagar em reais (sem IOF) e parcelar. Outras vantagens:

  • Free tours: oferece tours gratuitos na maioria das cidades. Você só dá uma gorjeta pro guia no final.
  • Cancelamento gratuito: dá pra cancelar sem custo, o que ajuda muito quando o roteiro muda.
  • Transfer: também tem transfer de aeroporto por lá, muitas vezes mais barato que táxi, pago adiantado (evita golpe) e o motorista te espera com uma placa com seu nome no desembarque.
  • Atendimento em português: suporte 24h, em português, caso precise resolver qualquer coisa.

2) Monastério de Santa Catalina

Esse é um dos ícones de Arequipa e a gente sinceramente acha que é a atração imperdível da cidade. É um complexo religioso fundado no século XVI que funciona como uma cidade dentro da cidade, com ruas internas, praças e casinhas pintadas em azul, laranja e vermelho.

Ele abre todos os dias a partir das 9h e o ingresso costuma custar em torno de 45 soles. Em alguns dias da semana, como terça e quinta, fica aberto até por volta das 20h — e essa é a melhor hora pra visitar, com o pôr do sol mudando as cores das paredes.

A gente errou nessa da primeira vez: fomos de manhã, no meio do calor, e perdemos o visual dourado do fim de tarde. Muito brasileiro faz igual. Se der pra encaixar na noite estendida, encaixa — e leve um casaco leve, porque a temperatura cai rápido depois que o sol se põe.

Monastério de Santa Catalina de Siena

3) Catedral de Arequipa

A Catedral de Arequipa tem mais de 400 anos de história e é a igreja mais imponente da cidade, ocupando um lado inteiro da Plaza de Armas. Toda construída em sillar, com uma fachada branca que impressiona.

Ela abre todos os dias, mas fecha entre aproximadamente 12h e 15h30 — muita gente chega nesse intervalo e volta pra casa achando que só abre à noite. Planeja a visita de manhã ou no meio da tarde.

O Museu da Catedral, inaugurado em 2011, funciona de segunda a sábado (mais ou menos das 10h às 17h) e guarda coroas, objetos religiosos e peças históricas raras. Em algumas salas é proibido filmar e fotografar. A taxa de entrada da catedral e do museu fica na faixa de 15 a 25 soles.

Catedral de Arequipa

4) Igreja Jesuíta (La Compañía)

A Igreja Jesuíta é outra parada obrigatória pra quem curte arquitetura. A fachada, também em sillar, tem detalhes esculpidos em estilo barroco andino — uma mistura de barroco europeu com elementos indígenas que a gente só vê nessa região do Peru.

Por dentro, os altares dourados e as pinturas do artista italiano Bernardo Bitti impressionam. Fica pertinho da Plaza de Armas, dá pra encaixar no mesmo passeio do centro histórico.

Igreja Jesuíta em Arequipa

5) Convento de Santa Teresa

Um passeio meio escondido do roteiro turístico é o Convento de Santa Teresa, fundado em 1710. O grande diferencial é conseguir ouvir as monjas cantando o Angelus ao meio-dia — uma experiência bem única.

Além do canto, dá pra conhecer artigos religiosos, móveis, pinturas e objetos antigos preservados no complexo. E as monjas vendem doces típicos deliciosos que, na nossa opinião, são atração à parte. Se puder, prova.

Convento de Santa Teresa em Arequipa

6) Rota do Sillar e pedreiras de Añashuayco

Esse passeio explica visualmente por que Arequipa é chamada de Cidade Branca. As pedreiras de Añashuayco, a cerca de 30 minutos do centro, são o lugar de onde saiu (e ainda sai) o sillar usado nas igrejas e nos casarões coloniais.

Ao longo da rota, os artesãos esculpem o próprio sillar formando paredões com desenhos e figuras — parece um museu ao ar livre. O tour costuma durar cerca de 4 horas, geralmente em van, e sai por volta de R$ 200 por pessoa. Tem também roteiros que juntam pedreiras + águas termais de Yura, com cerca de 6 horas de duração, na faixa de R$ 250.

Sinceramente, muita gente foca só no centro histórico e sai de Arequipa sem entender a origem daquela estética branca — vale muito encaixar essa rota no roteiro.

Pedreiras de Añashuayco

7) Cânion do Colca

Um dos passeios mais famosos saindo de Arequipa é o Cânion do Colca, considerado um dos mais profundos do mundo, com cerca de 3.400 metros. Fica a uns 160 km da cidade e vira facilmente o dia mais marcante da viagem.

O mirante mais famoso é o Cruz del Cóndor, onde ao amanhecer os condores andinos passam bem perto, planando nas correntes de ar. A entrada custa em torno de 40 soles pra visitantes latino-americanos.

Dá pra ir em bate-volta de um dia (bem corrido), mas o ideal é o tour de 2 dias, com pernoite num vilarejo ou nas termas do vale — os preços variam bastante conforme o conforto, mas costumam ficar entre R$ 400 e R$ 600 por pessoa. Vale reforçar: os passeios saem cedíssimo (muitas vezes antes das 5h), então organize as noites anteriores pra chegar descansado.

Erro comum de brasileiro: subestimar a altitude — a região passa dos 3.500 metros. A gente sugere aclimatar pelo menos um dia em Arequipa (que já tem 2.335 m) antes de encarar Colca ou trilhas mais pesadas.

Cânion del Colca em Arequipa

8) Águas termais La Calera (Vale do Colca)

Dentro do próprio passeio do Colca, a maioria dos tours inclui parada nas águas termais La Calera, no povoado de Chivay. É a hora perfeita pra relaxar depois de um dia longo de estrada e trilha.

As águas vêm de fontes subterrâneas aquecidas por um vulcão inativo e são ricas em cálcio, sódio, magnésio, potássio e sulfatos — ajudam bastante em dores musculares, tensão e circulação. Leva traje de banho, toalha e chinelo, porque nem sempre tem aluguel de itens no local.

Águas termais La Calera em Arequipa

9) Sítio Arqueológico de Uyo Uyo

Perto do Vale do Colca fica o Sítio Arqueológico de Uyo Uyo, uma cidade que já foi a principal sede do poder político dos Curacas e a maior aldeia da região na época pré-hispânica, ocupando cerca de 10 mil metros quadrados.

Foi considerado Patrimônio Cultural da Nação e é uma ótima parada pra quem curte história e arqueologia. Dá pra caminhar entre as ruínas com paisagens incríveis do vale ao fundo — muito diferente do que se vê nas ruínas mais famosas do Peru.

Sítio Arqueológico de Uyo Uyo

10) Reserva Nacional de Salinas y Aguada Blanca

Pra quem quer natureza sem encarar trekking pesado, essa reserva é uma pedida excelente. É uma área protegida entre Arequipa e Moquegua onde dá pra ver de perto vicunhas, alpacas, llamas, condores e flamingos, com os vulcões nevados sempre no cenário.

Costuma entrar em tours de dia inteiro ou meio dia, muitas vezes combinados com a Laguna de Salinas. Reforço: leva casaco corta-vento e proteção pro frio — a temperatura pode cair abaixo de zero no fim do dia, mesmo com sol.

Reserva Nacional de Salinas y Aguada Blanca

Onde ficamos em Arequipa (e 3 hotéis bons e baratos!)

Isso fez toda a diferença em nossas viagens! Existem duas regiões que são as melhores para os turistas em Arequipa. Uma é o centro histórico, próximo à Plaza de Armas, onde você estará perto dos principais pontos turísticos, como o Mosteiro de Santa Catalina e a Catedral de Arequipa, além de restaurantes e cafés. A outra opção é o bairro de Yanahuara, uma área residencial mais tranquila, com vistas incríveis do vulcão Misti e opções de hospedagem mais acessíveis.

Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.

Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.

HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.

HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.

HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.

11) Rafting no Rio Chili

Pra quem curte aventura, o Rio Chili passa pelas beiradas da cidade e tem trechos ótimos pra rafting. É um rio de dificuldade moderada, perfeito pra quem quer experimentar o esporte pela primeira vez sem levar muito susto.

Nos trechos mais rápidos a adrenalina aparece, mas a maior parte é bem tranquila pra curtir a paisagem. Os passeios geralmente incluem transporte, equipamento e guia.

Passeio de rafting pelo Rio Chili em Arequipa

12) Casa Goyeneche e Casa del Moral

Se você curte arquitetura colonial, essas duas casonas são obrigatórias. A Casa Goyeneche e a Casa del Moral mostram por dentro como era a vida das famílias abastadas de Arequipa nos séculos coloniais — paredes grossas de sillar, pátios internos, mobiliário de época e detalhes esculpidos nas fachadas.

Encaixa fácil no roteiro de uma semana pelo Peru, já que ficam no centro histórico e são visitas rápidas de 30-45 minutos cada.

Casa Goyeneche e Casa da Moral em Arequipa

13) Bairro San Lázaro e as picanterías

San Lázaro é o bairro mais antigo de Arequipa, com ruelas estreitas de pedra, casinhas coloridas e algumas das melhores picanterías da cidade. Picantería, apesar do nome, não é bar — é restaurante tradicional peruano, muitas vezes familiar, focado em comida regional e pratos fartos.

Aqui vai uma dica insider: Arequipa é considerada a capital gastronômica do Peru e a comida é bem diferente do que se come em Lima. Tem que provar:

  • Rocoto relleno — pimenta recheada com carne e queijo
  • Adobo arequipeño — ensopado de carne de porco
  • Chupe de camarones — sopa de camarão bem encorpada

Os pratos costumam custar entre 25 e 40 soles em picanterías fora da área turística — muito melhor custo-benefício que restaurantes da Plaza de Armas. Se você não curte muito picante, é só pedir “poco picante” que eles ajustam.

Passeio pelo bairro de San Lázaro em Arequipa

14) Mirador de Yanahuara e outros mirantes

Se tem uma coisa que Arequipa faz bem é mirante com vulcão ao fundo. O mais famoso e clássico é o Mirador de Yanahuara, num bairro tradicional a poucos minutos do centro. Ele é gratuito, tem uns arcos de sillar esculpidos com frases célebres e o enquadramento perfeito da cidade com o Vulcão Misti atrás.

Também vale conhecer o Mirador Sachaca e o Mirador Carmen Alto, com vista pros andenes incas e pelo vale. O Observatório Boyden tem aquele letreiro fotogênico da cidade que é febre em foto de viagem.

Esses mirantes mais afastados dão trabalho de fazer por conta — muita gente acaba gastando caro em táxi. Um tour organizado de cerca de 4 horas custa em torno de R$ 180 por pessoa e resolve todos de uma vez. Leva casaco corta-vento, porque nas partes elevadas venta e esfria mesmo em dia de sol.

Mirador de Yanahuara em Arequipa

15) Mercado San Camilo

O Mercado San Camilo é uma das paradas mais autênticas de Arequipa. Fica no centro histórico, pertinho da Plaza de Armas, foi inaugurado em 1938 e ocupa o terreno de um antigo templo destruído por terremoto — a cidade se reinventa em cima das próprias ruínas.

Abre bem cedo, por volta das 6h, e fecha perto das 19h. Dentro tem frutas, sucos naturais, queijos, artesanato e várias bancas de comida com almoço farto e barato. A dica clássica é experimentar o sorvete de queijo, típico da região, e um suco de frutas natural.

Muito brasileiro passa reto e acaba comendo só em restaurante turístico da Plaza — perde a experiência mais local e barata da cidade. Vai de manhã, quando o movimento é maior, e escolhe bancas com boa rotatividade.

Mercado de San Camilo em Arequipa

16) Museus de Arequipa

Fechamos a lista com quatro museus que valem a visita:

Museu Arqueológico Santuários Andinos: esse é o mais impactante. Abriga a múmia Juanita, uma jovem inca sacrificada no topo de um vulcão, encontrada praticamente intacta graças ao gelo das altas montanhas. Abre de segunda a sábado, das 9h às 18h aproximadamente (aos domingos, das 9h às 15h), e o ingresso fica em torno de 20 a 25 soles. A visita é guiada, ótimo pra entender o contexto dos sacrifícios incas.

Museu de Arqueologia: perto da Plaza de Armas, com acervo que remonta a mais de 12 mil anos — cerâmicas, tecidos e itens funerários.

Mundo Alpaca: passeio gratuito com muita interação com os animais, onde dá pra aprender sobre a produção de tecidos com tear tradicional e comprar peças de lã de alpaca legítimas.

Casa Museu Mario Vargas Llosa: é em Arequipa que nasceu o escritor peruano ganhador do Prêmio Nobel de Literatura. A casa foi restaurada e virou museu, com vídeos, objetos pessoais e a trajetória do autor de “La ciudad y los perros”.

Alpacas
Museu

Quantos dias ficar em Arequipa

A recomendação universal é ficar de 3 a 4 dias em Arequipa pra aproveitar sem correria. Uma divisão que funciona bem:

  • Dia 1: centro histórico — Plaza de Armas, Catedral, Santa Catalina, Igreja Jesuíta e Mercado San Camilo.
  • Dia 2: Rota do Sillar + mirantes (Yanahuara, Carmen Alto).
  • Dia 3 e 4: tour de 2 dias no Cânion do Colca, com pernoite em Chivay.

Se você tem só 2 noites, foca no centro histórico + Colca em bate-volta. Se tem mais tempo, encaixa a Reserva de Salinas y Aguada Blanca ou o rafting no Chili.

Melhor época para visitar Arequipa

A estação seca vai de maio a outubro e é o melhor período — céus mais claros, pouca chuva, dias agradáveis e boa visibilidade dos vulcões. Maio ainda tem alguns picos nevados, o que rende fotos incríveis.

A estação chuvosa vai de novembro a março, com mais nuvens e chuvas à tarde — pode atrapalhar tours de altitude e no Colca. Mesmo na seca, faz frio à noite, principalmente nos passeios em altitude, então casaco quente é obrigatório o ano todo.

Erros comuns de brasileiro em Arequipa

  • Subestimar a altitude: chegar e já querer fazer trekking no Misti ou Colca no dia seguinte. Aclimata um dia antes.
  • Ignorar o frio noturno: “Peru é calor” — não é. À noite e nos mirantes esfria muito.
  • Ficar só na Plaza de Armas: perder mercados, picanterías e o bairro de Yanahuara é perder o melhor da cidade.
  • Não levar dinheiro em espécie: muitos mirantes, entradas e mercadinhos só aceitam soles em papel. Cartão nem sempre funciona.
  • Chegar na Catedral no horário fechado: entre 12h e 15h30 ela costuma estar fechada.
  • Comprar passeio só pelo menor preço: em trekking de vulcão e Colca isso é perigoso — escolha agências com boa avaliação.

Aluguel de carro em Arequipa e no Peru (economize até 34%)

Dentro de Arequipa o centro é caminhável, mas se você quer flexibilidade pra circular pela região (fazer Colca por conta, ir a Yura, esticar até Puno) ou seguir viagem pelo Peru, alugar carro compensa bastante.

A principal dica pra economizar muito é usar esse comparador de carros. É uma ferramenta excelente, que compara o preço em todas as principais locadoras do mercado e costuma achar valores mais baratos do que indo direto no site das locadoras.

Outra vantagem é que o pagamento é em reais, então você não paga IOF e pode parcelar em até 12x. O atendimento é 24h e em português, já tem sede no Brasil e nota excelente no ReclameAqui. A gente já economizou muito e aluga sempre por lá — usa o cupom GRUPODICAS pra ganhar desconto e acessar promoções já aplicadas na tarifa.

E a gente sempre pega a proteção RentalCover: uma proteção extra que cobre pneus, vidros, perda de chaves, assistência na estrada e motoristas adicionais, itens que normalmente ficam de fora do seguro básico das locadoras.

Prefira sempre as grandes locadoras, como Alamo, Avis, Europcar, Sixt, Thrifty, Dollar e Budget, pra evitar dor de cabeça.

Existe também esse outro comparador, que é ótimo, mas o pagamento é em dólar ou na moeda do destino — então tem que calcular o IOF e não dá pra parcelar. Como ele também acha bons preços, vale pesquisar nos dois.

Ficar num hotel bem localizado em Arequipa faz uma diferença enorme, porque quase tudo do centro histórico se faz a pé. A gente sempre indica ficar perto da Plaza de Armas pra economizar em táxi e aproveitar mais os passeios:

Seguro viagem para o Peru

Atendimento médico no exterior sai caro — e no Peru, com a altitude, é bem comum turista passar mal por mal-estar de altitude, desidratação ou queda em trilha. Fazer um seguro viagem é a forma mais barata de se proteger financeiramente contra qualquer imprevisto.

A gente sempre usa esse comparador de seguros, que compara todas as principais seguradoras do mercado num único lugar e já vem com 18% de desconto exclusivo pros leitores do Grupo Dicas. Pagamento em reais, parcelado, e cobertura pensada pra tipo de viagem que você vai fazer.

Chip de celular para o Peru

Pra usar o celular a viagem inteira sem susto de conta gigante e sem ter que caçar wi-fi, a gente sempre leva chip internacional comprado no Brasil. Chega no aeroporto, já ativa e sai usando com internet 4G/5G.

A gente usa esse chip de viagem em quase todas as viagens: recebe em casa antes de embarcar, ativa sem complicação e tem suporte em português.

Perguntas frequentes sobre Arequipa

Quantos dias ficar em Arequipa?

O ideal é ficar de 3 a 4 dias. Assim dá pra fazer o centro histórico com calma, o Cânion do Colca em 2 dias e ainda encaixar a Rota do Sillar ou a Reserva de Salinas. Com menos de 2 noites, você corre e não aproveita o Colca direito.

Vale a pena visitar Arequipa ou é melhor focar só em Cusco e Lima?

Vale muito. Arequipa é considerada por muitos a cidade mais bonita do Peru, com centro histórico Patrimônio da Unesco, gastronomia melhor que a de Lima e acesso ao Cânion do Colca. Muitos brasileiros pulam Arequipa e depois se arrependem — se der pra encaixar 3 dias no roteiro, encaixa.

Precisa se aclimatar antes de fazer o Cânion do Colca?

Precisa. Arequipa já está a 2.335 m de altitude e o Colca passa dos 3.500 m. O ideal é passar pelo menos 1 ou 2 dias em Arequipa antes do tour do Colca, bebendo bastante água e evitando exercício pesado. Chá de coca ajuda a amenizar sintomas de soroche (mal de altitude).

É seguro andar por Arequipa?

O centro histórico e os bairros turísticos como Yanahuara são bem tranquilos durante o dia. À noite, o centro continua movimentado e seguro. Como qualquer cidade grande, evite bairros afastados desconhecidos e cuide de câmera e celular em áreas cheias como o Mercado San Camilo.

Qual a melhor época para visitar Arequipa?

De maio a outubro (estação seca), com dias ensolarados, pouca chuva e boa visibilidade dos vulcões. Maio, junho e julho são especialmente bons. De novembro a março chove mais, o que pode atrapalhar passeios de altitude e trilhas no Colca.

Vale a pena alugar carro em Arequipa?

Dentro da cidade, não: o centro é caminhável e táxi/app resolve o resto. Alugar carro compensa se você quer fazer o Colca ou Yura por conta própria, ou se vai emendar Arequipa com Puno, Cusco ou o litoral. Pra passeios pontuais, tours organizados costumam ser mais eficientes.

Quanto custa uma viagem para Arequipa?

Fora passagem e hotel, os principais gastos são: Santa Catalina cerca de 45 soles, Museu dos Santuários Andinos 20-25 soles, Catedral e museu 15-25 soles. Tour de mirantes fica em torno de R$ 180, Rota do Sillar R$ 200, e Cânion do Colca varia de R$ 250 (bate-volta simples) a R$ 600 (2 dias com conforto). Almoço em picantería sai por 25-40 soles.

O que comer em Arequipa?

Não deixe de provar rocoto relleno (pimenta recheada), adobo arequipeño (ensopado de porco), chupe de camarones (sopa de camarão) e sorvete de queijo no Mercado San Camilo. As picanterías fora da Plaza de Armas têm o melhor custo-benefício.

Economize ao máximo na sua viagem ao Peru

Arequipa foi uma das viagens que a gente mais gostou de fazer no Peru — clima gostoso durante o dia, comida sensacional, arquitetura única em pedra branca e a chance de ver condores planando sobre um dos cânions mais profundos do mundo. Se você tá montando roteiro pelo Peru, encaixa ela sim, vai por nós. Boa viagem!