
Veneza tem fama de cidade cara, e não é mentira não: a ilha histórica consegue ser uma das mais salgadas da Itália. Mas a gente vai te provar aqui que dá, sim, pra viajar barato para Veneza sem abrir mão de aproveitar tudo de bom que ela oferece.
A chave tá em saber onde economizar: escolher bem a época, pensar onde dormir, usar o transporte certo e fugir das armadilhas pra turista que tem em cada esquina. Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi como pequenas escolhas (tipo onde tomar café e onde sentar pra comer) mudavam totalmente o gasto do dia.
E não esquece: aqui no nosso Guia completo de Veneza a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos. Bora pras dicas.
1. Melhor época pra economizar em Veneza
A época da viagem talvez seja o fator que mais pesa no bolso. Os meses mais econômicos, com clima agradável e preços melhores, costumam ser abril, maio, setembro, outubro e novembro. As temperaturas são amenas e a hospedagem fica bem mais em conta do que no verão europeu.
O verão (de junho a agosto) é o auge da carestia: mais calor, muito mais gente e hotéis e passeios pelas alturas. Os feriados europeus também disparam os preços — Carnaval de Veneza, Páscoa, ferragosto (agosto), Natal e Ano Novo. Se o seu objetivo é gastar pouco, foge desses períodos e de eventos grandes como a Bienal.
Uma observação curiosa sobre os voos: junho costuma aparecer como um dos meses com tarifas aéreas médias mais baixas pra Veneza, enquanto abril tende a ser dos mais caros. Isso varia ano a ano, então vale sempre usar comparadores e criar alertas de preço.
2. Como achar voos baratos pra Veneza
A passagem aérea é quase sempre o gasto mais alto da viagem, então vale dedicar um tempo a procurar bem. A nossa dica é usar um comparador, que faz a busca em todas as companhias de uma vez — você coloca a data e ele já mostra todas as opções.
A gente está sempre usando esse comparador de passagens aéreas, porque costuma trazer os melhores preços e é um dos mais seguros e conhecidos aqui no Brasil. Clica nele, cria um alerta de preço e fica de olho nas quedas de tarifa.

Uma estratégia que funciona muito pra quem vem do Brasil: voar até um grande hub europeu com bom preço (Lisboa, Madri, Barcelona ou Roma) e de lá pegar um voo low cost pra Veneza, com companhias como Ryanair, Wizz ou Volotea. Em promoção, esses trechos internos saem por uma fração do preço.
Só um aviso importante: com as low cost, sempre verifique as regras de bagagem antes de comprar. Despachar mala ou até levar uma mala de mão maior pode custar caro, e isso costuma pegar de surpresa quem vem acostumado com as franquias maiores do Brasil.
3. Como economizar nos ingressos e passeios
Aqui vão algumas dicas que realmente fazem diferença no valor dos ingressos e passeios:
Dica da antecedência: comprar antes, pela internet, é quase sempre mais barato. Na bilheteria, além do preço mais alto, o ingresso pode já estar esgotado pro dia que você quer, e você ainda perde um tempo precioso na fila.
Dica do IOF: comprando no site oficial da atração, você paga na moeda do país, com IOF e sem poder parcelar. Procure sites que já façam o pagamento em reais.
Um site que a gente tem usado muito em todas as viagens é esse site que a gente usa em todas as viagens. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios de Veneza. Ele já é um dos mais baratos, mas a maior vantagem é que dá pra pagar em reais (sem IOF) e parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: ele oferece tours gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só paga uma gorjeta pro guia no final do passeio.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo algum.
- Transfer: lá também tem o transfer do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você paga adiantado (o que evita golpe de motorista com turista) e o motorista te espera com uma placa com seu nome na saída. Bem fácil e seguro.
- Atendimento em português: suporte 24h, em português, se precisar.
Olha, a gente já errou nessa: chegou em Veneza sem ingresso comprado e perdeu metade de uma manhã na fila. Compra com antecedência que vale muito a pena.
4. Onde ficar barato: Veneza x Mestre
Esse é um dos pontos onde mais gente gasta dinheiro à toa. Dormir na ilha histórica tem seu charme — você anda tudo a pé e o clima é mágico — mas as hospedagens são caras, os quartos costumam ser pequenos, tem muita escada e pouquíssima opção realmente econômica.
A alternativa que muita gente usa pra economizar de verdade é ficar em Mestre, na terra firme. As diárias são bem mais baratas, tem muito mais hotéis, hostels e até campings com bangalôs em conta nos arredores. E o melhor: a estação de trem e ônibus de Mestre liga direto a Veneza (Piazzale Roma / Santa Lucia), num trajeto curtinho.
A lógica que funciona é simples: dormir e tomar café em Mestre, passar o dia inteiro em Veneza e voltar pra jantar e dormir mais barato. Se você vem de carro, vale ainda mais a pena — estacionar perto de Piazzale Roma é caro e limitado, então deixa o carro em Mestre e segue de trem.

A dica de ouro pra hospedagem é reservar com bastante antecedência, porque os melhores preços vão embora rapidinho.
5. Transporte barato dentro de Veneza
Veneza é uma cidade totalmente sem carros, então você só se locomove a pé ou de barco — e isso já te poupa de táxi e Uber, que nem existem ali na ilha.
Do aeroporto pra Veneza: chegando no Marco Polo (VCE), a opção econômica é o ônibus (ATVO ou Aerobus da ACTV) até Piazzale Roma, em torno de 10 euros e cerca de 20 minutos. Quem chega no aeroporto de Treviso (das low cost) pega o ônibus ATVO até Piazzale Roma, na faixa de 12 euros e cerca de 1 hora. Barco e táxi aquático são lindos, mas fogem totalmente do barato.
Vaporetto (ônibus aquático): o bilhete avulso é caro, em torno de 7 a 10 euros por trecho. Se você vai andar muito de barco, compensa demais pegar os passes de 24, 48 ou 72 horas, que dão uso ilimitado e ainda valem pras ilhas de Murano, Burano e Torcello. Faz as contas antes: se for andar bastante, o passe sai muito mais em conta que o trecho avulso.
Traghetto (a “gôndola dos pobres”): são gôndolas que fazem só a travessia curta do Grande Canal em pontos específicos. Custa em torno de 2 euros por pessoa, dura cerca de 1 minuto, mas você tem a experiência de gôndola por uma fração do preço.
E não subestima o óbvio: andar a pé é a forma mais barata e mais bonita de conhecer Veneza. Planeja o roteiro por zonas pra não ficar fazendo zigue-zague e gastando energia (e tempo) à toa.
6. Passeio de gôndola: como economizar
O passeio de gôndola tem preço tabelado oficial, então não é “no grito”: gira em torno de 80 euros por uns 30 a 35 minutos durante o dia, e sobe pra cerca de 100 euros à noite (depois das 19h). O detalhe que muda tudo: o preço é por barco, não por pessoa, e cabem até 6 passageiros.
Ou seja, se você juntar gente, 80 euros divididos por 6 dá algo em torno de 13 a 15 euros por pessoa — aí a experiência fica bem mais acessível. Se algum gondoleiro pedir mais que o tabelado, procura outro, porque o valor é oficial.
Se quiser fugir do gasto, tem alternativas: o traghetto por cerca de 2 euros te dá a sensação de gôndola, mesmo que por 1 minuto. E tem um spot que a gente adora: a Libreria Acqua Alta, uma livraria famosa pelos livros empilhados em banheiras e barcos, que tem uma gôndola fixa onde todo mundo faz foto “como se fosse passeio” — totalmente de graça.
7. Como economizar com alimentação
Comer perto dos pontos turísticos famosos, tipo a Piazza San Marco, sai caro — uma refeição comum numa pizzaria média fica em torno de 20 euros por pessoa, sem exagero nenhum. E muitos lugares super centrais cobram extras de couvert, serviço e até música ao vivo. Sempre olhe o cardápio e os preços antes de sentar, principalmente nas áreas mais turisticonas.
O aliado do viajante econômico são os balcões: pizza em fatia, panini e lanches dão um almoço tranquilo na faixa de 5 a 8 euros. A estratégia que mais funciona é tomar café da manhã no hotel (a maioria oferece um café farto, então capricha), almoçar simples em Veneza com uma fatia de pizza ou panini, e voltar pra jantar em Mestre, onde os preços tendem a ser mais baixos.

Uma dica boba que economiza bastante: cerveja em bar turístico dificilmente sai por menos de 5 euros, e a garrafa de água de 1,5L parte de uns 2 euros nas áreas centrais. Leva uma garrafinha reutilizável e reabasteça nas fontes de água potável espalhadas pela cidade — são comuns e de graça.
8. Atrações gratuitas (ou quase) em Veneza
Mesmo com orçamento apertado, Veneza entrega muita coisa de graça:
- Caminhar pelos sestieri (os bairros), observando canais, pontes e becos — é a melhor “atração” da cidade e não custa nada.
- Ponte de Rialto e Ponte dell’Accademia: clássicos pra foto, sem custo.
- Piazza San Marco: caminhar e apreciar a fachada da Basílica e o Campanário é gratuito; entrar em algumas áreas da Basílica pode ter taxas modestas (vale checar online, porque os valores mudam com frequência).
- Igrejas menores: muitas têm entrada gratuita ou valores simbólicos.
- Murano e Burano: o vaporetto já está incluso no passe de transporte, e caminhar e fotografar as casinhas coloridas de Burano é de graça.
Vale ficar de olho também numa mudança importante: Veneza vem testando um ticket de acesso diário em datas de grande fluxo, com necessidade de reserva online antecipada. Antes de viajar, dá uma conferida no site oficial da cidade pra ver as regras vigentes na sua data.
9. Como economizar com seguro viagem
Pra entrar em qualquer país da Europa que faz parte do espaço Schengen, o seguro viagem internacional é obrigatório, com cobertura mínima de 30 mil euros. Então não tem como fugir — e ainda bem, porque ele te cobre contra imprevistos, gastos com hospital e até extravio de bagagem.
Pra não pagar caro, a gente recomenda usar esse comparador de seguros. Você coloca o destino e os dias da viagem, e em poucos segundos ele compara o orçamento das maiores seguradoras do mundo. Dá pra achar preços ótimos em empresas de confiança e contratar em menos de 5 minutos, sem burocracia.

10. Como economizar com o chip de celular
Uma dica importante: evite usar o roaming internacional do seu chip do Brasil. Além de ser caríssimo, muitos hotéis cobram taxa diária pelo wi-fi e você só consegue usar o celular dentro do hotel.

O que vale muito mais a pena é comprar um chip pré-pago internacional. Sai mais barato e você fica com internet o tempo todo, com bom sinal, o que ajuda demais pra usar o GPS do celular nas caminhadas e até nas ilhas. Depois de testar vários chips viajando pelo mundo, o que a gente mais gosta e usa é esse chip de viagem que a gente usa. Preço ótimo, serviço excelente e atendimento todo em português.
11. Como economizar ao levar euros pra Veneza
Levar euros em espécie costuma ser a forma mais econômica, porque ao comprar em dinheiro vivo você economiza parte do IOF cobrado nos cartões. Mas por segurança não dá pra levar tudo em espécie — a nossa dica é levar um valor em torno de 700 a 1200 euros por pessoa e o restante numa conta global (já falamos dela abaixo).
Pra comprar os euros em espécie sem sair de casa, dá pra fazer pela internet e receber em casa por um portador. Clique aqui pra acessar o site que a gente usa pra comprar euros e conferir a cotação do câmbio. É só fazer um cadastro e escolher a quantia.

Abra uma conta global pra levar seus euros com segurança
Uma forma muito prática e segura de levar dinheiro é abrir uma conta digital global em dólar, ainda no Brasil, e usar o cartão dela pra todos os pagamentos e saques no exterior, independente da moeda do destino.
De forma geral, comprar os dólares na conta global que a gente usa sai bem mais barato, porque você compra na cotação comercial, que é a mais barata de todas — bancos e casas de câmbio usam a cotação turismo, que é mais cara. E o IOF no uso do cartão no exterior cai bastante em comparação com o cartão de crédito comum.

Você cria a conta em menos de 5 minutos, o único documento exigido é RG ou CNH, e dá pra usar em qualquer país do mundo — ou seja, serve pra essa viagem e pras próximas. Outras vantagens:
- Dá pra ir acumulando dólares aos poucos conforme a cotação estiver boa, e ainda deixar o dinheiro investido pra ir rendendo até a viagem.
- O atendimento e suporte são todos em português.
- Não tem taxa pra abrir nem pra manter a conta.
- Dá pra fazer saques nos caixas eletrônicos do exterior, e os dois primeiros saques são isentos de taxa.
- Assim que cria a conta, você já ganha um cartão virtual de débito no celular e pode pedir o físico também.
- Quem abre a conta com o código GRUPODICAS20 ganha até 20 dólares na primeira remessa de câmbio, feita em até 15 dias após a abertura.
Pra começar, é só baixar o app e criar sua conta clicando aqui na conta global que a gente usa — e não esquece o cupom GRUPODICAS20.
12. Economize nas compras usando Tax Free
O Tax Free funciona em quase todos os países da Europa e permite que o turista receba de volta boa parte dos impostos pagos nas compras. A dica é procurar a plaquinha do Tax Free na loja ou perguntar. Atenção: na Itália existe um valor mínimo de 154,95 euros pra ter direito ao benefício, e serviços como hotel e táxi não entram.

Quando fizer uma compra acima do valor mínimo, o atendente vai perguntar se você quer o Tax Free (ou você pede), apresenta o passaporte e recebe um envelope com a nota e o formulário. Junte todos os envelopes durante a viagem e, no aeroporto, vá até o guichê pra pegar o valor de volta. Saiba mais na nossa matéria sobre como usar o Tax Free na Europa.
Erros comuns que fazem você gastar mais em Veneza
Pra fechar a parte das dicas, separamos os tropeços que mais esvaziam o bolso do turista sem que ele perceba:
- Se hospedar na ilha achando que “fora não é Veneza”: Mestre é uma base excelente, bem mais barata e super conectada.
- Comprar só bilhete avulso de vaporetto: quem anda muito de barco gasta uma fortuna trecho a trecho; o passe sai bem mais em conta.
- Pagar gôndola sem dividir: como o preço é por barco, juntar mais gente faz o custo despencar por pessoa.
- Sentar em restaurante de praça turística sem olhar o cardápio: tem extra de couvert, serviço e até música ao vivo.
- Ignorar o ônibus do aeroporto: táxi aquático ou transfer privado custa várias vezes o preço do ônibus.
- Tentar entrar de carro em Veneza: a cidade não tem carros; deixe o carro em Mestre e siga de transporte público.
Com criança ou não, ficar bem localizado faz toda a diferença pra economizar em transporte e ganhar tempo de passeio. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Veneza:
Onde ficamos em Veneza (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para se hospedar em Veneza é no centro da cidade. Lá, você estará próximo a muitos pontos turísticos, como a Piazza San Marco e a Ponte Rialto, podendo conhecê-los a pé.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre como viajar barato para Veneza
Qual a época mais barata pra viajar a Veneza?
Os meses mais econômicos costumam ser abril, maio, setembro, outubro e novembro, com clima agradável e hospedagem mais em conta. O verão e os feriados europeus (Carnaval, Páscoa, Natal, Ano Novo) são os períodos mais caros.
Vale a pena ficar em Mestre em vez de na ilha de Veneza?
Sim, se o objetivo é economizar. As diárias em Mestre são bem mais baratas, há mais opções de hotéis e hostels, e a estação de trem liga direto a Veneza num trajeto curto. A estratégia comum é dormir em Mestre e passar o dia na ilha.
Quanto custa o passeio de gôndola em Veneza?
O preço é tabelado: cerca de 80 euros por uns 30 a 35 minutos durante o dia e em torno de 100 euros à noite. O valor é por barco (não por pessoa) e cabem até 6 passageiros, então dividir entre o grupo reduz muito o custo por cabeça.
Como ir do aeroporto até Veneza gastando pouco?
A opção mais econômica é o ônibus: do Marco Polo (VCE) até Piazzale Roma fica em torno de 10 euros, cerca de 20 minutos. Do aeroporto de Treviso, o ônibus ATVO sai por volta de 12 euros, com cerca de 1 hora de viagem. Barco e táxi aquático são bem mais caros.
Compensa comprar o passe de transporte (vaporetto)?
Pra quem vai andar muito de barco, sim. O bilhete avulso é caro, em torno de 7 a 10 euros por trecho, enquanto os passes de 24, 48 ou 72 horas dão uso ilimitado e ainda valem pras ilhas de Murano, Burano e Torcello. Vale fazer as contas conforme o seu roteiro.
Dá pra comer barato em Veneza?
Dá sim. Foge dos restaurantes em praças turisticonas e aposte em balcões: pizza em fatia e panini saem por uns 5 a 8 euros. Tomar café da manhã no hotel e jantar em Mestre também ajuda a reduzir o gasto com comida.
Preciso de seguro viagem pra ir a Veneza?
Sim. Como a Itália faz parte do espaço Schengen, o seguro viagem internacional é obrigatório, com cobertura mínima de 30 mil euros. Além de ser exigência, ele protege contra gastos médicos altos e imprevistos durante a viagem.
Economize ao máximo na sua viagem a Veneza
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios de Veneza da forma mais barata e segura.
- Euros: conheça qual a melhor forma de levar seu dinheiro para Veneza, com os prós e contras de cada opção.
- Celular: quer usar o celular durante toda a viagem, sem preocupação? Garanta um chip europeu, ainda no Brasil, clicando aqui.
- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Veneza pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
- Seguro viagem: o atendimento médico no exterior é caríssimo. Veja aqui as dicas de como conseguir o melhor (e mais barato) seguro.
No fim das contas, viajar barato pra Veneza é questão de planejamento: escolher bem a época, dormir em Mestre, andar a pé, usar o passe certo e fugir das ciladas de turista. A gente faria tudo de novo — e gastando menos do que parece. Boa viagem!
