
Quer conhecer Mendoza, mas tá em dúvida sobre os melhores meses para viajar até lá? A gente entende: essa cidade argentina tem cara totalmente diferente conforme a estação, e escolher a época certa faz toda a diferença no clima, no preço e na quantidade de gente disputando as vinícolas com você.
Quando a gente foi pela primeira vez, escolheu o outono meio no chute e acabou pegando o cenário mais lindo do ano: vinhedos em tons de vermelho e dourado, clima ameno e hotel num preço bem mais camarada que no verão. Foi sorte de iniciante, mas dá pra acertar de propósito entendendo como cada mês funciona por lá.
Nesse guia a gente vai destrinchar a coisa toda: estação por estação, mês a mês, com dica de roupa, de quando reservar e os erros que mais derrubam a viagem de quem vai. E não esquece de dar uma olhadinha também no nosso guia completo de Mendoza: um passo a passo atualizado pra montar a viagem inteira pagando mais barato em tudo.
Afinal, dá pra ir a Mendoza o ano todo?
Dá sim. As vinícolas funcionam o ano inteiro e sempre tem passeio rolando, em qualquer estação. O que muda é o clima, o visual da paisagem, o preço e a lotação. Por isso a pergunta certa não é “posso ir?”, e sim “qual época combina mais com o que eu quero fazer?”.
De forma resumida, os meses com a melhor combinação de clima ameno + preço mais baixo + menos gente costumam ser março, abril, maio, setembro, outubro e novembro. São os meses de transição entre as estações, em que você foge dos extremos de calor e frio e ainda pega valores mais em conta.
Mas calma que cada perfil de viajante tem o seu mês ideal. Quem quer ver vinhedo carregado de uva vai querer uma época; quem sonha com neve vai querer outra. Bora entender tudo.
Quais são os meses de alta temporada em Mendoza?
A alta temporada é quando o fluxo de turistas dispara, os preços sobem e os pontos mais procurados ficam lotados. Em Mendoza, isso acontece em dois momentos bem distintos do ano.

O primeiro pico é o verão e a época de colheita, indo de dezembro até por volta de abril. É quando os parreirais ficam carregados de uva, rola a vindima (a colheita) e as vinícolas promovem eventos especiais. Tem muito calor, muita gente e os preços lá em cima, ainda mais com as férias escolares de dezembro e janeiro.
O segundo pico é o inverno, principalmente julho e agosto, quando muita gente combina Mendoza com as estações de esqui da região, como Las Leñas. As temperaturas caem bastante, podem chegar perto de 0 ºC, e o clima fica bem seco. Como julho pega as férias de inverno do Brasil, tudo fica mais caro e cheio.
Em qualquer um desses períodos, a regra de ouro é reservar tudo com bastante antecedência: hotel, vinícola, passeio e carro. Chegar achando que é “só aparecer” na vinícola é receita pra ficar de fora das degustações.
Onde comprar os ingressos e passeios de Mendoza
Independente do mês que você escolher, sempre vai ter passeio pra fazer: tour de alta montanha, traslado, visita a vinícola. E aqui vai a primeira dica de ouro pra economizar de verdade.
A dica da antecedência vale ouro: comprar antes, pela internet, sai sempre mais barato. Na bilheteria, além de mais caro, o ingresso pode já estar esgotado pro dia que você quer, e você ainda perde um tempão na fila.
Tem também a dica do IOF: se você compra no site oficial das atrações, a compra sai na moeda do país, você paga IOF e não consegue parcelar. Por isso a gente sempre procura sites que já cobram em reais.
O site que a gente usa em todas as viagens é esse aqui. É um dos maiores do mundo e tem praticamente todos os ingressos e passeios da região. Já costuma ser um dos mais baratos, mas a maior vantagem é poder pagar em reais (sem IOF) e ainda parcelar. Outras vantagens:
- Free tours: oferece passeios a pé gratuitos na maioria das cidades turísticas. Você só dá uma gorjeta pro guia no fim.
- Cancelamento gratuito: dá pra cancelar o ingresso sem custo nenhum, ótimo quando o plano muda.
- Transfer: tem o traslado do aeroporto até o hotel. Às vezes sai mais barato que táxi, você paga adiantado (evitando golpe de taxista com turista), o motorista já sabe seu destino e te espera com uma plaquinha com seu nome no desembarque. Muito mais fácil e seguro.
- Atendimento em português: suporte 24h e no nosso idioma, se precisar de ajuda.
E não esquece: aqui no nosso Guia de Mendoza tem o passo a passo completo e atualizado pra planejar a viagem inteira pagando mais barato em tudo: hotel, transporte, seguro, comida, chip e ingressos.
Meses de baixa temporada em Mendoza
As épocas com menos turistas (e, por consequência, preços mais em conta e cidade mais tranquila) são o outono e a primavera. Pra muita gente, é justamente aí que mora o melhor custo-benefício de Mendoza.
- Quer conhecer as vinícolas? Confira nossas dicas sobre as vinícolas imperdíveis da região!
O outono abrange os meses de março, abril e maio. As paisagens ficam de tirar o queixo, com as árvores e os vinhedos em tons alaranjados, dourados e ocre, motivo pelo qual muita gente considera essa a época mais bonita do ano por lá. O frio começa a chegar, com temperaturas amenas durante o dia e noites mais frescas, então vale colocar umas peças quentinhas na mala. Março e abril ainda pegam o finalzinho da vindima, com parreirais cheios.
Já a primavera, que vai de setembro a novembro, deixa Mendoza convidativa pra passear nos parques, praças e jardins. O clima fica equilibrado e gostoso pra atividade ao ar livre, com dias que esquentam mas sem os extremos do verão. O sol é forte, então protetor solar e roupa fresquinha não podem faltar.

Clima de Mendoza estação por estação
Mendoza tem clima semiárido: pouquíssimos dias de chuva, muito sol e uma variação grande de temperatura entre o dia e a noite. Entender isso ajuda demais a montar a mala certa e escolher os passeios.
Verão (dezembro a março)
As temperaturas podem passar dos 35 ºC, com calor intenso e clima bem seco. É quando mais chove em Mendoza, mas mesmo assim os volumes são baixinhos. A vantagem é ver os vinhedos verdes e carregados, aquele cenário clássico de propaganda de vinho, ótimo pra fotos e pra curtir piscina de hotel e vinícola. A desvantagem é o calorão em passeios ao ar livre, como alta montanha, bike e cavalgada, além de ser alta temporada.
Outono (março, abril, maio)
Temperaturas mais amenas, dias agradáveis e noites frescas. A paisagem em tons de vermelho, amarelo e laranja é o grande charme da estação. Março e abril ainda alcançam o fim da vindima, e o conjunto de clima + preço + lotação costuma ser o melhor do ano. Foi nessa época que a gente foi e não troca por nada.
Inverno (junho, julho, agosto)
Frio de verdade, com mínimas perto de 0 ºC e chance de neve nas áreas de montanha. É a época ideal pra quem quer ver neve ou esquiar, com a Cordilheira toda branca e muito fotogênica. Por outro lado, é alta temporada (julho lota com brasileiro), os dias são mais curtos e o frio na alta montanha, com vento, é cortante.
Primavera (setembro, outubro, novembro)
Clima equilibrado e gostoso, perfeito pra ficar ao ar livre. Menos turista que no auge do verão e do inverno, com hospedagem geralmente mais barata. Faz calor de dia, mas sem extremo, e os vinhedos começam a brotar, o que deixa tudo ideal pra aventura: bike, trekking e cavalgada.
Melhor época para cada tipo de viajante
A escolha do mês depende muito do que você quer fazer. Olha esse resumo pra se localizar rapidinho:
- Ver vinhedos com uva e clima de colheita: de fevereiro a abril, época da vindima, com uvas nos parreirais e experiências enogastronômicas.
- Fugir dos extremos e pagar menos: março, abril, maio, setembro, outubro e novembro, clima ameno, menos gente e melhor custo-benefício.
- Curtir neve e esportes de inverno: de junho a setembro, com pico em julho e agosto, estações de esqui funcionando.
- Pegar clima de “sol e piscina”: de dezembro a fevereiro, dias longos, muito sol e almoço ao ar livre nas vinícolas.
Clima x preço x lotação, mês a mês
Pra facilitar de vez, segue um resuminho de como cada mês se comporta. Lembrando que os preços na Argentina variam bastante com câmbio e inflação, então encare como ordem de grandeza.
- Janeiro: muito quente, chuva de verão esporádica. Alta temporada de férias, tudo mais caro e vinícolas disputadas.
- Fevereiro: calor forte, começo da vindima e eventos nas vinícolas. Ainda alta temporada, mas um pouco menos cheio que janeiro.
- Março: quente mas mais agradável, meio da vindima e parreirais cheios. O custo-benefício de hospedagem começa a melhorar.
- Abril: temperaturas mais frescas, folhas mudando de cor e fim da vindima. Excelente equilíbrio entre clima, preço e lotação.
- Maio: outono avançado, friozinho e vinhedos dourados. Baixa temporada, hotel mais barato e cidade tranquila.
- Junho: frio, primeiras neves na montanha. Ainda não é o pico do esqui, então os preços podem ser um pouco mais baixos que em julho.
- Julho: inverno no auge, bastante frio. Alta temporada de neve e férias escolares, tudo mais cheio e mais caro.
- Agosto: segue frio, com boa chance de neve em altitude. Ainda alta de inverno, mas em alguns períodos menos lotado que julho.
- Setembro: fim da temporada de neve e início da primavera. Ótimo pra clima agradável com preços mais moderados.
- Outubro: primavera firme, clima seco e confortável. Baixa temporada, hospedagem e passagens costumam sair mais em conta.
- Novembro: calor crescente, ainda sem o pico do verão. Bom custo-benefício e clima ótimo pra passear nas vinícolas.
- Dezembro: começo do verão, calor e dias longos. A partir do meio do mês, alta temporada por causa das férias e festas de fim de ano.
Quanto custa: faixas de preço pra se planejar
Os valores oscilam bastante por causa do câmbio e da inflação, então use isso só como referência aproximada:
- Hospedagem: hotéis simples e hostels costumam ficar em torno de R$ 120 a R$ 250 por pessoa fora da alta; hotéis 3★ bem localizados, entre R$ 250 e R$ 450 na baixa/média, podendo subir pra R$ 400 a R$ 700 nas férias; e wine lodges com hospedagem, de R$ 600 a R$ 1.200 a diária, às vezes mais.
- Degustações: visita guiada com degustação básica costuma partir de R$ 60 a R$ 100 por pessoa; experiências premium ou harmonizadas, entre R$ 150 e R$ 350; e almoços harmonizados em vinícolas renomadas, de R$ 200 a R$ 450.
- Passeios: o tour de dia inteiro à alta montanha gira em torno de R$ 200 a R$ 350 por pessoa; tours de vinícolas em grupo, de R$ 150 a R$ 300; e o aluguel de carro, de R$ 150 a R$ 250 por dia se reservado online com antecedência (no balcão, em cima da hora, pode quase dobrar).
As vinícolas e o que muda conforme o mês
As vinícolas abrem o ano todo, mas a experiência muda. Vale conhecer as três grandes regiões pra montar seu roteiro:
- Luján de Cuyo: mais perto do centro de Mendoza, com vinícolas tradicionais, ótima pra quem vai pela primeira vez.
- Maipú: vinícolas mais acessíveis, muitas vezes mais baratas, com a opção de passear de bike entre as bodegas.
- Valle de Uco: mais distante e mais alto, com vistas espetaculares da Cordilheira, vinícolas modernas e experiências gastronômicas sofisticadas. Fica especialmente fotogênico no outono e no inverno, com os picos nevados ao fundo.
Na época da vindima (de fevereiro a abril), as vinícolas promovem eventos especiais, pisadas de uva, almoços com clima de festa e menus sazonais. Já o clássico passeio de alta montanha (com pontos como Potrerillos, Uspallata, Puente del Inca e o mirante do Aconcágua) rola o ano todo, mas entre junho e agosto tem mais chance de neve, o que deixa o cenário ainda mais bonito. Nesse caso, fazer com agência é mais seguro: em caso de neve forte, estradas podem fechar, e eles monitoram as condições.
Pra quem curte esqui, a temporada em Las Leñas costuma ir de junho a setembro, variando conforme a neve, com pico de lotação e preço em julho e início de agosto, justamente pelas férias de inverno do Brasil.
Dicas práticas que dependem da época
Algumas dicas mudam tudo dependendo de quando você vai. Anota essas:
- Reserve tudo com antecedência na alta temporada (verão, vindima, inverno e feriadões brasileiros): hotel, vinícola, carro e passeios.
- Feriadão brasileiro lota Mendoza mesmo fora do pico argentino. Carnaval, Corpus Christi e 7 de Setembro enchem a cidade de brasileiros, encarecem o hotel e dificultam vaga nas vinícolas.
- Roupa por estação: no verão, leve peças leves, chapéu, óculos escuros e protetor, mas guarde um casaquinho porque a noite refresca; no outono e na primavera, aposte em camadas (segunda pele, fleece, corta-vento); e no inverno, casaco pesado, luva, gorro, cachecol e calçado pro frio (bota impermeável se for ver neve).
- Sol forte o ano todo: o ar é seco, a altitude é maior que na maioria das cidades brasileiras e a radiação é intensa. Protetor solar é item obrigatório em qualquer mês.
Erros que podem estragar sua viagem a Mendoza
A gente já viu (e cometeu) alguns desses. Foge deles que sua viagem rende muito mais:
- Ir na alta sem reservar as vinícolas: muita gente acha que é só chegar, e acaba com as degustações esgotadas ou só sobrando horário ruim, principalmente na vindima, em janeiro e em julho.
- Subestimar o calor do verão: a gente é acostumado com calor, mas o calor seco acima de 35 ºC em área aberta cansa demais em passeios de alta montanha e bike.
- Levar pouca roupa de frio no inverno: o frio seco da montanha é forte, e casaco urbano leve não dá conta no passeio de alta montanha nem na neve.
- Alugar carro no balcão, em cima da hora: sem reserva, o preço pode quase dobrar e às vezes nem tem carro. Reserve online com antecedência.
- Fazer alta montanha por conta própria no inverno: as estradas podem ter gelo ou neve, há risco de fechamento e necessidade de equipamento. Com agência é mais seguro.
- Ignorar os feriados brasileiros: mesmo sem ser feriado na Argentina, Mendoza enche de gente do Brasil em certas datas.
- Exagerar nas degustações em jejum: emendar vinícolas com pouca comida estraga o dia, ainda mais no calor. Intercale com um bom almoço.
- Ignorar a secura do clima: desidratação, lábio rachado e pele ressecada são comuns. Beba muita água e leve hidratante labial e corporal.
Curiosidades pra entrar no clima de Mendoza
Pra fechar com chave de ouro, umas coisas que deixam a viagem mais rica de entender. Mendoza é uma das regiões mais secas da Argentina, e a viticultura só é possível por causa de um sistema de irrigação com água do degelo dos Andes, usado desde tempos coloniais. Por isso você vê as acequias, canais de irrigação correndo ao lado das calçadas, que mantêm as árvores vivas num ambiente naturalmente árido.
A região é considerada a capital mundial do Malbec, uva que encontrou sua melhor expressão justamente no clima seco e com grande amplitude térmica de lá. E por conta da altitude e do ar limpo, os pores do sol sobre a Cordilheira são espetaculares em qualquer época.
Ah, e vale lembrar do costume local: muita gente tira a siesta no meio da tarde, os almoços começam mais tarde e os jantares saem a partir das 21h. Vale adaptar seus horários pra não pegar tudo fechado.
Com a estação certa em mente, o próximo passo é escolher bem onde ficar, porque a localização do hotel poupa táxi, tempo de deslocamento e ainda te deixa perto das vinícolas e dos restaurantes. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Mendoza:
Onde ficamos em Mendoza (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! O centro de Mendoza é o mais indicado para se hospedar. Esta região é perfeita para quem vai passar pouco tempo na cidade, já que a maior parte dos pontos turísticos fica por lá. Sem contar que o trajeto para cafés, bancos, lojas, restaurantes e outros lugares para curtir a noite será bem mais simples.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre os melhores meses para ir a Mendoza
Qual é o melhor mês para ir a Mendoza?
Não existe um único “melhor”, mas se a ideia é equilibrar clima ameno, preço mais baixo e menos gente, abril e outubro costumam ser os campeões. Abril ainda pega o fim da vindima com o visual de outono, e outubro traz a primavera firme com clima seco e confortável.
Qual a melhor época para ver os vinhedos com uva?
De fevereiro a abril, na época da vindima (a colheita). É quando os parreirais ficam carregados de uva e as vinícolas promovem eventos especiais, pisadas de uva e menus sazonais. Vale reservar tudo com antecedência, porque é bem disputado.
Quando vai a Mendoza para ver neve?
Entre junho e agosto, no auge do inverno, é quando há maior chance de neve nas montanhas e nas estações de esqui da região, como Las Leñas. Julho é o mês mais cheio e caro por causa das férias de inverno do Brasil.
Faz muito frio em Mendoza no inverno?
Faz frio sim, com mínimas perto de 0 ºC e chance de neve nas áreas de montanha. O frio é seco e, na alta montanha, com vento, a sensação fica bem mais baixa. Leve casaco pesado, luva, gorro, cachecol e calçado adequado.
Qual a temperatura de Mendoza no verão?
O verão é quente e seco, com temperaturas que podem passar dos 35 ºC. É a época de mais calor, ótima pra curtir piscina de hotel e vinícola, mas cansativa em passeios ao ar livre como bike e alta montanha.
Quando é a baixa temporada em Mendoza?
A baixa temporada acontece no outono (com destaque pra maio) e na primavera (setembro e outubro). São os períodos com menos turistas, hospedagem mais barata e cidade mais tranquila, ótimos pra quem quer economizar.
Preciso reservar as vinícolas com antecedência?
Sim, principalmente na alta temporada e até na baixa, já que cada vez mais vinícolas exigem reserva prévia pelo site, inclusive pra almoços. Chegar sem reserva pode te deixar sem degustação ou só com horários ruins.
Economize ao máximo na sua viagem à Argentina
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- Transfer: precisa de um pra ir do aeroporto ao hotel? Saiba aqui como reservar pelo menor preço!
Agora é só cruzar o que você quer fazer com a época que mais combina e garantir as reservas com antecedência. A gente foi no outono e se apaixonou, mas tem Mendoza pra todo tipo de viajante o ano inteiro. Boa viagem e aproveita cada taça!
