Um dos pontos mais importantes do planejamento de uma viagem é, sem dúvida, o seguro viagem. E quando o destino é a Itália, ele deixa de ser só uma boa ideia: vira obrigatório. Aqui a gente reuniu as melhores dicas pra você contratar o melhor seguro viagem para Florença, com boa cobertura e gastando o mínimo possível.
Quando a gente foi pra Toscana pela primeira vez, quase deixou pra resolver o seguro na correria da véspera — e descobriu que comparar com calma faz uma baita diferença no preço e na cobertura. Por isso esse guia existe: pra você não cair nas mesmas pegadinhas.
E não esquece: aqui no nosso guia de como viajar barato para Florença a gente reuniu tudo pra montar a viagem inteira pagando mais barato — hotel, transporte, comida, chip e ingressos.
Seguro viagem é obrigatório para Florença?
Sim. A Itália faz parte do Tratado de Schengen, então o seguro viagem é obrigatório para turistas brasileiros que ficam até 90 dias. A regra é europeia, não específica da cidade — ou seja, vale mesmo que a sua viagem seja só pra Florença, porque você entra pelo espaço Schengen.
A cobertura mínima exigida é de 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares, incluindo urgências e internações. O seguro precisa cobrir todo o período da viagem, do embarque no Brasil até o retorno.
A imigração pode pedir a apólice na entrada. Sem um seguro adequado, você corre o risco de ser barrado — então não dá pra deixar isso de lado.
Por que contratar um seguro viagem (além da obrigação)
Além de cumprir a regra do Schengen, o seguro te protege financeiramente. A Itália tem sistema de saúde público, mas turistas não têm acesso gratuito como os residentes, e consulta particular ou internação pode custar milhares de euros.
Um seguro de em torno de R$ 200 a R$ 400 para 10 dias pode evitar uma conta médica que facilmente passaria dos milhares de euros em caso de internação. É proteção pura: você paga pouco pra não correr o risco de pagar muito.
Além da assistência médica, um bom plano costuma incluir cobertura pra extravio ou dano de bagagem, atraso e cancelamento de voo, assistência odontológica de urgência, repatriação sanitária e até telemedicina. Vários planos passaram a oferecer teleatendimento médico, ótimo pra tirar dúvida de um mal-estar leve sem precisar correr pro hospital.
Como conseguir o melhor preço (a dica que mais economiza)
Essa é a principal dica de todas. Em vez de ir direto numa seguradora ou agência, use esse comparador de seguros. Você coloca o destino e a quantidade de dias e, em poucos segundos, ele compara o orçamento das maiores e melhores seguradoras do mundo.
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Uma coisa que muita gente não sabe: mesmo quem vai viajar por agência de turismo pode contratar o seguro por conta própria pela internet, porque costuma sair bem mais barato. Vale a comparação pra ver a diferença.
Quanto custa, em média, um seguro viagem para Florença?
O preço varia conforme idade, duração, coberturas e seguradora, mas dá pra ter uma boa referência. Um seguro de 10 dias na Europa nos planos mais básicos (30 mil euros de cobertura) costuma começar em torno de R$ 100 a R$ 200. Comparativos mais robustos mostram planos com bom custo-benefício na faixa de R$ 280 a R$ 440 para 10 dias, com coberturas maiores.
Pensando no custo por dia, dá pra estimar mais ou menos assim:
- Mochileiro jovem, plano básico (30 mil euros): em torno de R$ 10 a R$ 20/dia.
- Casal de 30 a 50 anos, plano intermediário (60 mil ou mais): em torno de R$ 20 a R$ 35/dia.
- Viajantes acima de 65 anos ou com cobertura premium: pode passar de R$ 40/dia.
Qual o melhor tipo de plano para o seu perfil
Não existe uma única seguradora perfeita pra todo mundo. O que existe é o plano certo pro seu perfil. Olha os três tipos mais comuns:
Plano básico (mínimo Schengen) — pra quem quer gastar pouco
Cobertura médica e hospitalar de 30 mil euros (o mínimo obrigatório), com assistência em urgência, internação e exames básicos. Ideal pra mochileiros, viagens curtas e orçamento apertado. Fica em torno de R$ 10 a R$ 20/dia. O ponto de atenção: em caso de algo mais grave, a cobertura pode ser limitada, e internação na Europa custa caro.
Plano intermediário — o melhor custo-benefício pra maioria
Cobertura em torno de 60 mil dólares ou euros, com assistência médica mais robusta, extravio de bagagem, atraso e cancelamento de voo, assistência odontológica de urgência e cobertura ampliada. É o tipo mais recomendado pra Itália e costuma ficar entre R$ 20 e R$ 35/dia. Pra um roteiro de Florença, Toscana e outras cidades, é a escolha mais equilibrada.
Plano premium — pra perfis de risco ou viagens especiais
Coberturas a partir de 100 mil dólares ou euros, com extras como cobertura pra esportes (bike, trekking, passeios mais intensos na Toscana), gestantes, doenças pré-existentes ampliadas e upgrades em bagagem e regresso sanitário. Costuma passar dos R$ 40/dia, principalmente pra viajantes mais velhos.
O seguro cobre outras cidades além de Florença?
Cobre! Uma vez contratado, o seguro não fica restrito a uma cidade só. Quando você compra o seguro pra Florença escolhendo a região Europa, ele vale pra toda a Itália — Roma, Veneza, Milão, Pisa, Siena — e até pra outros países do espaço Schengen, caso seu roteiro inclua França, Suíça, Espanha e por aí vai.
Pra roteiros combinando Florença + Roma + Veneza + Toscana, um único seguro Europa normalmente cobre tudo, desde que as datas estejam corretas. Se a viagem for ainda mais ampla, escolha a região Mundo e confira se todos os destinos entram.
Documentos que costumam ser exigidos na imigração
Além do seguro, pra entrar na Itália você costuma precisar ter em mãos:
- Passaporte válido por pelo menos 3 meses após a saída do espaço Schengen (recomenda-se 6 meses por segurança).
- Passagem de ida e volta ou pro próximo destino.
- Comprovante de hospedagem (hotel, aluguel de temporada ou carta-convite).
- Comprovante de meios financeiros pra se manter (cartões, dinheiro, extratos).
- Apólice do seguro viagem, com a cobertura mínima de 30 mil euros bem visível.
Dica nossa: imprima a apólice (de preferência também em inglês) e mantenha uma versão digital fácil de achar no celular. Ela pode ser pedida na imigração ou num hospital.
Quando contratar e quanto tempo de cobertura
O ideal é contratar o seguro assim que você definir as datas da viagem, muitas vezes junto com a compra da passagem. A cobertura deve valer desde o dia da saída do Brasil até o dia do retorno, incluindo as conexões em outros países europeus.
Não deixe nenhum dia descoberto: um erro comum é esquecer de incluir os dias de voo e conexão, que são justamente os momentos mais propensos a imprevistos como atraso e extravio de bagagem.
Erros comuns de brasileiros ao contratar seguro
A gente já viu muita gente tropeçar nos mesmos pontos. Fica esperto com estes:
- Comprar só pelo preço mais baixo, sem checar se atinge os 30 mil euros e os detalhes da apólice.
- Esquecer de incluir todos os dias, deixando os dias de voo descobertos.
- Não considerar idade e saúde: acima de 60 a 65 anos muitas vezes pede plano específico, e doenças pré-existentes podem não entrar no básico.
- Ignorar a cobertura de esportes: na Toscana é comum pedalar, fazer trilha ou passeio em vinícola, e algumas atividades podem ser consideradas de risco.
- Achar que o seguro do cartão de crédito basta sem checar se cobre a Europa, se atinge os 30 mil euros e se está ativo (muitos exigem que a passagem tenha sido comprada com o cartão).
- Não ligar pra central antes de ir ao hospital: quase todos os seguros pedem contato prévio pra indicar hospital credenciado, exceto em emergências gravíssimas.
Melhor época para ir a Florença e a relação com o seguro
A primavera (de abril a junho) e o outono (setembro e outubro) são as melhores épocas: clima ameno, cidade mais agradável pra caminhar e menos extremos de temperatura. O verão (julho e agosto) é muito quente e lotado, com risco maior de desidratação e insolação, especialmente pra idosos. O inverno (de dezembro a fevereiro) é frio e úmido, o que favorece gripes e escorregões na chuva.
Em qualquer época, atividades simples do dia a dia podem render um susto: torção numa calçada irregular do centro histórico, fôlego curto pra subir à cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore ou ao Campanile di Giotto, ou um imprevisto num passeio de carro pela Toscana. Por isso o seguro não é só burocracia, é benefício real.
Seguro viagem x assistência médica individual
Tem gente que cogita contratar só uma assistência médica internacional. Mas geralmente não vale a pena: ela costuma sair mais cara que o seguro viagem completo, que já inclui a assistência médica e ainda traz vários outros benefícios, como a cobertura de bagagem.
Como atendimento e cobertura funcionam na prática
Em caso de emergência, o passo a passo costuma ser: ligar pra central do seguro (o número está na apólice), a seguradora indica um hospital ou clínica credenciada em Florença e, em muitos planos, o atendimento é cashless — ou seja, você não paga antecipado, desde que seja num estabelecimento conveniado.
Por isso é tão importante guardar a apólice acessível e salvar o número da central no celular antes de viajar. Na hora do aperto, ninguém quer ficar procurando documento.
O seguro viagem é uma daquelas coisas que a gente espera nunca precisar usar — mas, no dia em que precisa, faz toda a diferença ter contratado um plano decente.
Onde ficamos em Florença (e 3 hotéis bons e baratos!)
Isso fez toda a diferença em nossas viagens! A melhor região para se hospedar em Florença é no centro histórico da cidade. Lá, estão praticamente todos os pontos turísticos, como a Piazza Duomo, a Catedral de Florença e a Ponte Vecchio.
Se quiser, é só clicar aqui em mapa, que abrirá esse mapa personalizado que a gente criou, com a melhor região. Quando abrir, feche o mapa, coloque a data da sua viagem, clique em pesquisar e depois em ‘mostrar mapa’ de novo pra ver os hotéis com os preços já naquela região.
Estratégia pra economizar bem com o hotel: a antecedência é o que faz você pagar mais barato, sempre. Nesse site do mapa e nos hotéis abaixo, a maioria tem cancelamento gratuito. Reserve o quanto antes pra garantir um preço bem menor — se precisar cancelar, não paga nada.
HOTEL BEM BARATO: O mais barato que a gente achou e foi ótimo. Faz tudo a pé.
HOTEL MUITO BOM: Um pouco melhor e na mesma região central. Amamos.
HOTEL TOP: Nosso favorito: localização excelente, conforto e charme.
Perguntas frequentes sobre seguro viagem para Florença
Seguro viagem é obrigatório para ir a Florença?
Sim. A Itália faz parte do Tratado de Schengen, que exige seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros em despesas médicas. A imigração pode pedir a apólice na entrada.
Qual a cobertura mínima exigida?
A regra do Schengen exige no mínimo 30 mil euros de cobertura médica e hospitalar, válida por todo o período da viagem, do embarque ao retorno.
Quanto custa um seguro viagem para Florença?
Depende da idade, duração e cobertura. Para 10 dias na Europa, planos básicos costumam começar em torno de R$ 100 a R$ 200, e planos com cobertura maior podem ir de R$ 280 a R$ 440.
O seguro feito para Florença vale em outras cidades?
Sim. Contratando a região Europa, o mesmo seguro cobre toda a Itália e os demais países do espaço Schengen, desde que as datas da viagem estejam corretas.
O seguro do cartão de crédito é suficiente?
Nem sempre. Você precisa checar se ele cobre a Europa, se atinge os 30 mil euros exigidos e se está ativo — muitos só valem se a passagem for comprada com o próprio cartão.
Quando devo contratar o seguro?
O ideal é contratar assim que as datas da viagem estiverem definidas, muitas vezes junto com a passagem, garantindo cobertura desde a saída do Brasil até o retorno.
Como escolher o melhor plano?
Procure um plano com no mínimo 30 mil euros de cobertura, repatriação sanitária, extravio de bagagem, atendimento 24h em português e bom custo-benefício pro seu perfil. Comparar pelo menos 3 opções ajuda bastante.
Economize ao máximo na sua viagem a Florença:
- Economizando: quer planejar sua viagem aproveitando melhor o orçamento? Não deixe de ler nossa matéria de como viajar barato para Florença, com todas as dicas pra economizar sem deixar de aproveitar.
- Ingressos: saiba onde comprar seus ingressos para os passeios de Florença da forma mais barata e segura.
- Carro: esse item facilita muito a viagem pela Itália e por toda a Europa. Se pensa em alugar, leia como alugar um carro em Florença pelo menor preço possível.
- Euros: conheça a melhor forma de levar seu dinheiro para Florença, com os prós e contras de cada opção.
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- Hospedagem: veja nossa matéria de onde ficar hospedado em Florença pra saber a melhor localização e economizar no hotel.
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