Visita ao Museu de História Natural em Nova York

O Museu de História Natural é uma daquelas paradas quase obrigatórias em Nova York, e não é à toa: são dezenas de salas com fósseis de dinossauros, dioramas de animais em tamanho real, meteoritos, vida marinha, planetário e culturas do mundo inteiro. Tem coisa pra todo tipo de gente, de criança que adora dinossauro a adulto que curte espaço e geologia.

Quando a gente foi pela primeira vez, o que mais surpreendeu foi o tamanho do lugar. A gente achou que ia ‘dar uma passadinha rápida’ e acabou ficando a manhã inteira lá dentro, sem ver tudo. Por isso a gente montou esse guia detalhado, andar por andar, pra você não se perder e aproveitar o melhor do museu.

O museu ganhou ainda mais fama quando virou cenário da trilogia “Uma Noite no Museu”, então prepare-se pra reconhecer várias salas que apareceram nos filmes — uma diversão extra pra quem vai com a criançada.

Como é o Museu de História Natural em Nova York?

Fundado em 1869, o American Museum of Natural History (AMNH) é um dos maiores e mais importantes museus de história natural do planeta. São cerca de 50 ambientes distribuídos em 5 andares, com exposições permanentes e mostras temporárias que mudam ao longo do ano.

Ele fica no Upper West Side, coladinho ao Central Park (endereço: Central Park West & 79th St). Essa localização é ótima, porque dá pra emendar o museu com uma volta pelo parque no mesmo dia — uma das melhores combinações de roteiro que tem na cidade.

Réplicas de tamanhos reais do museu

A visita ao Museu de História Natural agrada gente de todas as idades, e se você está com crianças, considere que ele já virou parada obrigatória da viagem. Algumas atrações são fixas e imperdíveis, como o famoso esqueleto do Tiranossauro Rex e a gigantesca réplica de baleia azul pendurada no teto.

Aqui no nosso guia a gente separou as principais atrações de cada andar pra você não perder nada. Mas a recomendação real é percorrer cada andar com calma — vale muito a pena e o passeio é encantador e educativo do começo ao fim.

Ingressos mais baratos e como economizar

Pra entrar no museu (e em várias outras atrações de Nova York) gastando menos, a gente sempre usa esse site que a gente usa em todas as viagens. Eles vendem ingressos pro Museu de História Natural, pra Broadway e também os combos como CityPASS e New York Explorer Pass.

A grande vantagem é que dá pra economizar muito comprando combos que juntam várias atrações da cidade — em alguns passes, a economia chega perto de 42% do que você gastaria comprando os ingressos separados. Vale entrar e conferir as ofertas você mesmo, porque pra quem vai visitar várias atrações pagas em poucos dias, o passe quase sempre compensa.

Uma dica prática: os ingressos costumam ser comprados online com data marcada, mas em geral sem horário fixo de entrada, o que dá uma boa flexibilidade pra você. Ah, e o Museu de História Natural costuma estar incluído na maioria dos passes turísticos da cidade.

Pra você ter uma referência, os valores sugeridos giram em torno de US$ 25 pro adulto, US$ 15 pra criança e US$ 18-20 pra estudantes e idosos. Se incluir o planetário ou exposições especiais, sobe um pouco, ficando perto de US$ 30 por adulto. Mas esses valores variam, então confira no momento da compra.

Mapa do Museu de História Natural

O Museu de História Natural também costuma estar no New York CityPASS, que reúne vários pontos turísticos famosos num único passe. Vale dar uma olhada se você pretende visitar muita coisa.

Primeiro andar

Logo na primeira área do museu, você encontra:

  • Tudo sobre a vida oceânica, com exposições interativas — a sensação é de estar debaixo d’água;
  • Árvores da vida e exposições sobre a evolução das espécies;
  • A surpreendente réplica de baleia azul gigante pendurada no teto (a Milstein Hall of Ocean Life), uma das imagens mais icônicas do museu e ótimo ponto pra foto;
  • Os dioramas de mamíferos: animais conservados por taxidermia, apresentados em seus habitats naturais e tão bem montados que parecem vivos;
  • Uma cafeteria pra dar uma pausa;
  • E o Hall da Biodiversidade.
A surpreendente réplica de baleia gigante pendurada no teto

Segundo andar

No segundo andar, tem várias atrações que valem a parada:

  • O conservatório de borboletas, com mais de 500 delas voando pelo espaço (costuma abrir de outubro a maio);
  • Os Asian Mammals, com animais asiáticos conservados por taxidermia;
  • Exposições sobre os povos africanos;
  • Atrações sobre as aves do mundo inteiro;
  • Animais do México e da América Central, com diversas espécies e informações sobre cada uma.
O conservatório de borboletas em Nova York

Terceiro andar

No terceiro andar, você encontra:

  • Exposições sobre anfíbios, primatas e répteis;
  • Uma área dedicada aos indígenas das Planícies e das Florestas do Leste, com vários objetos e narrativas mostrando como e onde esses povos viviam;
  • Uma área de exploração espacial, com atrações sobre o universo;
  • O Hayden Planetarium, dentro dessa área espacial — um planetário que exibe shows imersivos sobre o universo (costuma exigir ingresso específico ou combo);
  • As salas Earth and Planetary Sciences Halls e o Rose Center for Earth and Space, que contam a história do surgimento do universo, com material da NASA.
Terceiro andar do museu em Nova York

Quarto andar: os dinossauros

O quarto andar é, sem dúvida, o mais esperado pelos turistas — é onde ficam os dinossauros:

  • Uma enorme área com fósseis reais montados de um jeito impressionante, incluindo o icônico Tyrannosaurus rex. É aqui que você vai reconhecer os esqueletos que apareceram em “Uma Noite no Museu”;
  • Uma biblioteca de pesquisa sobre animais primitivos.

Uma dica de quem já errou: a gente entrou pelo primeiro andar e foi subindo devagar, então quando chegou nos dinossauros já estava cheio. Da próxima a gente vai subir direto pro 4º andar logo na abertura, pegar essa área ainda vazia e descer depois. Fica a recomendação.

Tiranossauro Rex no Museu de História Natural

Último andar: o Lower Level

No subsolo do museu fica a praça de alimentação (Food Court), perfeita pra dar uma pausa e lanchar no meio da visita. É grande e variada, com opções rápidas como pizza, sanduíches, saladas e doces. Tem também uma ótima loja de souvenirs pra levar lembrancinhas pra família e os amigos.

Uma dica boa, principalmente se você está com crianças: planeje uma pausa pro almoço ou lanche lá dentro. Tanta informação visual cansa, e parar pra comer ajuda a manter o passeio agradável até o fim.

Food Court no Museu de História Natural

Horários, como chegar e quanto tempo reservar

O museu abre diariamente em torno das 10h e fecha por volta das 17h-17h30, fechando apenas no Dia de Ação de Graças e no Natal. Como é um passeio de meio dia, dá pra combinar bem com uma volta pelo Central Park antes ou depois.

Pra chegar, o jeito mais cômodo é de metrô: pegue as linhas B e C até a estação 81 St – Museum of Natural History, que tem saída praticamente direta pro museu (uma mão na roda em dias frios ou de chuva). Também passam vários ônibus ao longo do Central Park West, e quem já está por perto pode ir a pé cortando o parque.

Sobre tempo: reserve de 3 a 5 horas pra uma visita tranquila. Se o roteiro tá apertado, dá pra fazer uma versão compacta em umas 2 horas focando nos destaques (dinossauros, baleia azul e planetário).

Melhor horário e melhor época pra visitar

A melhor estratégia é chegar logo na abertura, por volta das 10h: o museu fica mais vazio, dá pra tirar fotos com calma e curtir as salas mais famosas sem multidão. Evite, se der, os finais de semana e feriados, quando o movimento dispara — sábado e domingo perto do meio-dia são os piores horários.

Sobre a época do ano: o outono (set-nov) e a primavera (abr-jun) casam super bem com a região, porque dá pra emendar o museu com o Central Park num clima ameno. No inverno, ele é um ótimo programa indoor pra fugir do frio; no verão, é refúgio do calor, mas tende a lotar por causa das férias escolares nos EUA.

Erros comuns que dá pra evitar

Pra você não cair nas mesmas armadilhas da maioria dos turistas, anota essas:

  • Subestimar o tamanho do museu: achar que em 1 horinha dá pra ver tudo é furada. Reserve de 3 a 5 horas e use o mapa pra montar um circuito;
  • Não comprar ingresso antecipado em alta temporada: em julho, janeiro e feriados americanos as filas de bilheteria são grandes. Comprar online ou usar passe agiliza a entrada;
  • Ir em fim de semana e no meio do dia sem necessidade: prefira dia de semana, logo na abertura;
  • Não combinar com o Central Park: tá colado ao museu e é uma das áreas mais agradáveis da cidade — vale muito juntar os dois no mesmo dia;
  • Ignorar o planetário ou as exposições especiais: pra quem curte ciência e espaço, muitas vezes é o auge da experiência. Verifique no site oficial o que está em cartaz e considere incluir no orçamento;
  • Não prever pausa pra comer: uma parada na praça de alimentação faz o passeio render bem mais, sobretudo com crianças.

Dicas extras pra brasileiros

Logo na entrada, dá pra pegar um mapa do museu em português, o que ajuda demais a se orientar e montar a rota pelas galerias. O museu também costuma oferecer Wi-Fi gratuito e permite fotos sem flash na maior parte das salas.

Outra coisa: o ar-condicionado fica forte no verão e o ambiente aquece bem no inverno, então vale levar uma roupa em camadas pra não passar frio nem calor lá dentro. E vale lembrar que banheiros, elevadores e acessibilidade são bem estruturados, o que torna o passeio tranquilo pra famílias com carrinho de bebê e pessoas com mobilidade reduzida.

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Pra um passeio bem localizado como esse, ficar perto do Central Park ou no Upper West Side facilita muito chegar ao museu a pé e ainda economizar com transporte. Olha aqui a melhor região pra se hospedar em Nova York:

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Perguntas frequentes sobre o Museu de História Natural em Nova York

Quanto tempo dura a visita ao Museu de História Natural?

Em média, de 3 a 5 horas, dependendo do seu ritmo e interesse. Se o tempo tá curto, dá pra fazer uma versão compacta em cerca de 2 horas focando nos dinossauros, na baleia azul e no planetário.

Quanto custa o ingresso do Museu de História Natural?

Os valores sugeridos giram em torno de US$ 25 pro adulto, US$ 15 pra criança e US$ 18-20 pra estudantes e idosos. Incluindo planetário ou exposições especiais, sobe pra perto de US$ 30 por adulto. Confira sempre o valor no momento da compra, porque pode variar.

O museu está incluído no New York CityPASS?

Sim, o Museu de História Natural costuma estar incluído em vários passes turísticos da cidade, como o CityPASS e o New York Explorer Pass. Se você vai visitar várias atrações pagas, o passe costuma sair bem mais em conta.

Qual o melhor horário pra visitar o museu?

Logo na abertura, por volta das 10h, é quando o museu está mais vazio. Evite finais de semana e feriados, principalmente perto do meio-dia, que são os horários de pico.

Como chegar ao Museu de História Natural?

O jeito mais prático é de metrô, pelas linhas B e C, descendo na estação 81 St – Museum of Natural History, com saída quase direta pro museu. Também passam ônibus pelo Central Park West, e quem está por perto pode ir a pé cortando o parque.

Vale a pena ir com crianças?

Com certeza. Os dinossauros, a baleia azul e os dioramas de animais encantam a criançada, e várias áreas têm telas interativas e espaços de exploração. Só vale planejar uma pausa pra comer e não tentar ver tudo de uma vez.

O museu fecha em algum dia?

Ele abre todos os dias do ano, fechando apenas no Dia de Ação de Graças e no Natal. Costuma abrir em torno das 10h e fechar entre 17h e 17h30.

Economize ao máximo na sua viagem a Nova York:

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O Museu de História Natural é um daqueles lugares que valem cada minuto, e com um pouco de planejamento — chegar cedo, ter o ingresso garantido e emendar com o Central Park — você aproveita muito melhor. A gente sempre volta lá em cada viagem a Nova York e ainda descobre sala nova. Boa viagem e divirta-se com os dinossauros!